Espaço para registrar ações, fatos, escolhas e decisões do cotidiano, que, para serem compreendidas, dependem da leitura que se faz e do contexto em que se vive, na Biblioteconomia, na Arquivologia, na natureza, na família e no dia a dia.
sábado, 10 de janeiro de 2026
Organizado, o arquivista, voltou!
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
Leitor viaja por aí...
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
domingo, 4 de janeiro de 2026
Escribas e Copistas
- Função: além de escrever, ele redigia leis, gerenciava impostos, registrava censos, interpretava textos sagrados e atuava como secretário real.
- Poder: possuía grande prestígio social porque dominava a escrita em sociedades onde a maioria era analfabeta.
- Autonomia: no contexto bíblico ou egípcio, o escriba podia ter autoridade para interpretar a lei ou adaptar textos administrativos. Eles eram os "guardiões do conhecimento".
- Função: sua principal tarefa era a reprodução mecânica e fiel de manuscritos de Bíblias, textos clássicos e de partituras musicais.
- Fidelidade: diferente do escriba administrativo, o objetivo do copista era não alterar nada. No entanto, em manuscritos medievais, eles acabavam inserindo pequenas notas de rodapé, chamadas glosas ou iluminuras.
- Contexto: podia ser um monge trabalhando em um scriptorium por devoção ou um profissional contratado por uma biblioteca ou universidade.
sábado, 3 de janeiro de 2026
Haja bibliotecas!
quinta-feira, 1 de janeiro de 2026
Ano XVII de Leitura e contexto
Leitura e contexto entra no ano XVII. São anos de dedicação de escritos, sempre considerando o contexto em que se vive e a leitura que se faz de tudo que é analisado para postagem.
2026 começou, vamos escrevê-lo?
Abrir o livro de 2026 e começar a escrevê-lo.
2026 começa como um livro ainda fechado, com páginas em branco esperando coragem, intenção e presença. Não se trata apenas de virar o calendário, mas de assumir a autoria do tempo que vem pela frente. Cada dia é uma linha nova, cada escolha um parágrafo que dá sentido à história.
Escrever 2026 é permitir-se recomeçar com mais consciência, tanto do que merece continuar, como do que precisa ser encerrado e ainda do que a pode nascer. Não é sobre perfeição, mas sobre constância, nem sobre pressa, mas sobre direção.
Que este ano seja escrito com decisões alinhadas, silêncios necessários, aprendizados sinceros e sonhos que saem do rascunho. Que as páginas não sejam apenas preenchidas, mas vividas, porque, ao final, 2026 não será apenas um ano passado, será uma narrativa construída, linha por linha, por cada um de nós.














