Eleição!
Eleição!
Eleição!
Espaço para registrar ações, fatos, escolhas e decisões do cotidiano, que, para serem compreendidas, dependem da leitura que se faz e do contexto em que se vive, na Biblioteconomia, na Arquivologia, na natureza, na família e no dia a dia.
Eleição!
Eleição!
Eleição!
A matéria do G1Ambiente monitorado, uso de luvas e segurança reforçada: manuscrito e partitura originais do Hino Nacional Brasileiro têm cuidado redobrado, por Cristina Boeckel, reforça a ideia de que guardar a história é um ato contínuo de respeito, técnica e compromisso com a memória de uma nação.
Essa matéria revela os bastidores invisíveis, porém vitais, da Arquivologia e da Conservação. Valorizar esses acervos é reconhecer a dedicação diária de profissionais que, no silêncio dos arquivos, garantem que o Brasil de amanhã ainda possa ler e ouvir as origens da sua própria história.
Além do manuscrito original da letra do Hino Nacional Brasileiro, de Osório Duque-Estrada, há um acervo valiosíssimo na Academia Brasileira de Letras (ABL). Vale a pena ver a matéria.
Esse acervo é tratado, guardado e gerenciado seguindo todos os cuidados de preservação e conservação que a Ciência Arquivística orienta.
E agora tive esse reencontro com uma edição de 1959, ano que nasci, publicada pela histórica e emblemática Livraria José Olympio Editora. O exemplar é proveniente da casa de uma tia já falecida e está bem desgastado pelo tempo, mas ainda com a possibilidade de ter suas páginas folheadas. Vou aproveitar para rever alguns trechos e lembrar da juventude.
A obra do autor norte-americano é um famoso romance histórico infantojuvenil, publicada originalmente em 1881, que trata de nascimentos opostos, riqueza e pobreza, em Londres no século XVI, retratando as desigualdades sociais e as severas leis da época, do reinado de Henrique VIII.
A José Olympio foi fundada em 1931 e desde 2001 pertence ao Grupo Editorial Record, sendo uma clássica marca do Grupo.
Enquanto as pessoas partem e as empresas mudam ou fecham, as obras ficam imortalizadas, principalmente os clássicos mundiais.
O seu papel de rascunho eram pedaços descartados de cerâmica quebrada que eles riscavam com um objeto pontiagudo; também escreviam sobre ele usando pena e tinta. A palavra grega para esses blocos era ostraka, o ostracismo – prática inventada pelos atenienses pela qual os cidadãos votavam entre si na pessoa de quem queriam se livrar e, em seguida, a enviavam para o exílio –, que era assim chamado porque os eleitores riscavam o nome de seu candidato na ostraka.
Trago para esse espaço de Leitura e Contexto a nova postagem de minha autoria no blog da Mrh Arquivos.
A gestão documental se inicia muito antes do contato direto com o documento. Confira aqui! Compreendendo a gestão documental.
Iniciei o estágio supervisionado e obrigatório da graduação em Arquivologia que estou cursando EAD pela Unicive. Surgiu a oportunidade pelo Arquivo Público do Estado do Ceará - APEC, órgão vinculado à Secult.
A amiga e bibliotecária Sandra Cabral foi quem indicou e mostrou os caminhos das pedras, daí foi tudo mais fácil, aliás, ela sempre dá boas dicas. Também segui a própria orientação da Faculdade disponibilizada no site.
Tive, inicialmente, uma reunião online para os acertos necessários, com a diretora Janaína Ilara, mestra em Ciência da Informação, Arquivista e Museóloga.
Na oportunidade, ela falou um pouco sobre a instituição e também a respeito dos fundos arquivísticos que estão disponíveis para trabalhar, deixando a escolha conforme meu interesse:
Fiz a visita presencial, com o objetivo de iniciar no dia seguinte, já fazendo a opção pelo Fundo Arquivístico da Secretaria de Segurança Pública.
E, de fato, iniciei em 12/08/26 o estágio supervisionado no APEC, para cumprir a carga horária de 20h e concluir essa disciplina do período, do Curso de Arquivologia da Unicive.
E aqui estou já executando as atividades, sob a orientação técnica da arquivista Roberta de Jesus Santana, com ajuda acolhedora da equipe que trabalha no APEC.
"Dar a ler não é impor uma leitura, é abrir um espaço de liberdade, oferecer a oportunidade de uma escolha."
"A biblioteca escolar deve ser um centro de recursos para a aprendizagem e um espaço de mediação cultural, onde se cruzem o livro impresso e as novas tecnologias."
Com o tempo, tornou-se desnecessário selar os objetos de argila: bastava registrar seus símbolos diretamente sobre uma superfície plana. Desse processo evolutivo nasceram as primeiras tabuletas de argila e, com elas, a escrita cuneiforme, desenvolvida pelos sumérios por volta de 3200 a.C.
Inicialmente, essa escrita possuía uma finalidade essencialmente administrativa. Era utilizada para registrar estoques, tributos, transações comerciais, contratos, distribuição de alimentos e a gestão dos bens pertencentes aos templos e aos governantes. Somente séculos mais tarde a escrita seria empregada para fins literários, jurídicos, religiosos e filosóficos.
Assim, a história da escrita e a história da contabilidade são inseparáveis. Antes de registrar mitos, epopeias ou leis, a humanidade precisou registrar o patrimônio, controlar a produção e organizar a vida coletiva. Em certo sentido, a escrita nasceu para contar e, antes de contar histórias, aprendeu a contabilizar.