Ganhamos da nossa matriarca neste Natal esse pequeno bloquinho para anotações e registros. Vou utilizá-lo para os fatos marcantes que irão ocorrer em 2026.
A frase é dela: "Eu vi, eu senti, o milagre da flor nascida da pedra."
Espaço para registrar ações, fatos, escolhas e decisões do cotidiano, que, para serem compreendidas, dependem da leitura que se faz e do contexto em que se vive, na Biblioteconomia, na Arquivologia, na natureza, na família e no dia a dia.
Ganhamos da nossa matriarca neste Natal esse pequeno bloquinho para anotações e registros. Vou utilizá-lo para os fatos marcantes que irão ocorrer em 2026.
A frase é dela: "Eu vi, eu senti, o milagre da flor nascida da pedra."
Uma biblioteca com tantos serviços diferenciados, que pensa em atender plenamente a sua comunidade e é democraticamente acessível, realmente existe, a Biblioteca de Hesburgh. Ela é o Edifício principal do sistema de bibliotecas da ND. Uma estrutura gigantesca para abrigar todos que buscam conhecimento.
Há espaços de estudo de toda sorte em todos os andares, mesas individuais e salões de leitura, estações de trabalho com notebooks e máquinas copiadoras, tudo isso à disposição dos leitores.
Saber que há um bibliotecário especializado para cada um dos assuntos que a Biblioteca oferece é um diferencial, é algo extremamente focado nos interesses individuais e coletivos. Isso ocorre porque a Biblioteconomia é pós-graduação nos demais países, é vista e tratada como um caminho mais profissionalizante, preparando os alunos para trabalhos de pesquisa e para cargos mais especializados em bibliotecas e instituições de informação.
Fiquei curiosa, não conhecia a Biblioteca e apesar de muitas informações que recebi dela nessa entrega falada, ricamente ilustrada e cheia de vivências, fui atrás para conhecer mais a respeito.
Recebi essa belezura da colega de trabalho e amiga Camila Freitas, futura bibliotecária.
Quem disse que em tempos de blocos de notas tecnológicos não usamos mais um bloquinho físico fofo como esse, ainda mais chancelado pelo Museu da Língua Portuguesa?
Uso sim, aliás, já estou usando e amando.
Recebi esse mimo requintado da Pearson Higher Education pela participação na coluna Inside Higher Education, diretamente das mãos de Erika Pumar, executiva de vendas da instituição. Já trocamos muitas conversas via WhatsApp, mas conhecê-la pessoalmente foi um enorme prazer.
Continuo com o propósito de contribuir com um pouco da minha experiência e vivência no binômio educação/biblioteca.
Para fechar o mês de Abril, mês de muitas datas comemorativas alusivas ao livro e aos direitos autorais, apresento o mais recente componente da minha biblioteca, "Olhares no Mundo das Aves", que recebi com dedicatória.
Ganhei de presente de uma amiga, Valdira Coutinho, quem prefaciou o livro, por sinal, um texto fiel à obra e ao autor, Antônio Távora, seu esposo. Uma obra primorosa em muitos sentidos, composição geral, capa, fotografias e texto, sobretudo de leitura muito agradável, que encanta o leitor. Vou degustá-la devagarinho, apreciando cada imagem e a sua história.
Analisando cada detalhe, tomando primeiramente os aspectos extrínsecos da obra, percebe-se o requinte da publicação - encadernada, capa dura com ilustrações belíssimas, aliás, fotos feitas pelo autor, além de impressa em papel fotografia.
Depois, adentrando nos aspectos intrínsecos, observando cada foto, todas de propriedade do autor, só elas já se teria à parte uma obra imagética riquíssima.
E por fim, mas não menos importante, já se conectando ao mundo mágico das palavras, sua importância pelo conteúdo informativo, preciso, didático, poético e até lúdico, envolvendo vivências e experiências sensoriais do próprio autor, que são transmitidas facilmente para o leitor. Imagens e cenários belíssimos que encantam, trazendo a história da foto com a riqueza do seu momento. Dá para sentir a plumagem das aves, as falas da natureza, além de experiências sinestésicas em relação aos outros sentidos, quando sons, cheiros, gostos se misturam na natureza.
Além de tudo isso, ainda tive o prazer de elaborar a ficha catalográfica e incluir dados e informações sobre a edição da obra.
Parabéns, Antônio Távora!
Olha só o que ganhei! Além de uma peça magnífica esculpida na madeira, uma simbologia sem igual. Conhecimento, sabedoria, alerta.
Eu vou de coruja já!
O que fazer quando se é reconhecido pela profissão que exerce e pelo trabalho que executa?
E quando esse reconhecimento vem de casa, da família em geral e do ambiente de trabalho?
E quando esse reconhecimento vem de fora, de alguém que não lhe conhece?
E quando esse reconhecimento vem de um processo de avaliação do MEC?
E quando o reconhecimento positivo de avaliadores do MEC se repete?
E quando te falam "Até hoje eu não tinha uma referência de biblioteca para minhas avaliações"?
E quando esse resultado positivo contribui para que a instituição receba a nota máxima?
É pura realização, senso de dever cumprido, certeza de que está fazendo a coisa certa, fazendo a diferença e contribuindo para a sociedade. São 34 anos de profissão!