- Segunda Lei: Para cada leitor, seu livro;
- Terceira Lei: Para cada livro, seu leitor;
- Quinta Lei: A biblioteca é um organismo em crescimento.
Espaço para registrar ações, fatos, escolhas e decisões do cotidiano, que, para serem compreendidas, dependem da leitura que se faz e do contexto em que se vive, na Biblioteconomia, na Arquivologia, na natureza, na família e no dia a dia.
domingo, 29 de março de 2026
Referência com excelência
domingo, 3 de novembro de 2024
Fator humano e fator tecnológico: um olhar para bibliotecas
O calor humano é indispensável na interação com o usuário em bibliotecas, por outro lado, a frieza e a precisão da tecnologia é ponto chave para os resultados positivos com rapidez.
O atendimento em bibliotecas deve ser um equilíbrio entre o fator humano e o uso de tecnologias, buscando oferecer uma experiência acolhedora, eficiente e inclusiva.
O acolhimento ocorre na recepção e na mediação de interesses, depois, acontece a entrega usando os recursos tecnológicos digitais. Só humano não dá mais para ser, devido a complexidade e quantidade de informações. Evoluímos tecnologicamente, mas também só digital deixa a desejar, principalmente junto àqueles usuários desprovidos de habilidades para usar plataformas.
domingo, 5 de março de 2023
Conservador, moderado ou liberal? Qual seu estilo, bibliotecário?
Meu segundo texto postado na Coluna Inside Higher Education, da Pearson tratar dos estilos de atendimento do bibliotecário e a influência que exercem junto à autonomia do usuário leitor de biblioteca, seja ela física ou virtual.
Conservador, moderado ou liberal, qual seu estilo? Convido todos a fazerem a leitura clicando no link abaixo.
A autonomia do usuário leitor no espaço biblioteca e os estilos de atendimento do bibliotecário.
Convido também a acessarem a coluna para apreciar os demais textos, todos primorosos.
domingo, 3 de março de 2019
O mito da referência: Enciclopédia Barsa
O que era para ser apenas uma versão traduzida se transformou em uma genuína enciclopédia brasileira, graças ao trabalho de Dorita Barret, filha de um dos donos da Britannica e que veio morar no Brasil na década de 50 com o marido, o diplomata brasileiro Alfredo de Almeida Sá. O nome Barsa é a união de BAR (de Barret) e SA (de Sá). (R7, 2018)
domingo, 29 de novembro de 2015
Entendendo o usuário
A teoria biblioteconômica aponta para três estilos de atendimento no contexto do serviço de referência: o conservador, o moderado e o liberal.
"Você tem aquele livro que o professor passou e todo mundo tá pegando emprestado?"
"Eu quero o livro da professora do horário CD da sexta-feira."
"O professor disse para a gente pesquisar se algumas empresas têm suas marcas registradas, qual livro tem isso?"
"Preciso estudar para a prova do professor de economia, eu quero aquele livro bem grosso de vários autores."
"Sabe aquele livro de logística que tem tudo? Eu não quero ele não, quero um mais simples."
"Aquele livro de contos dos cães que enxergam, você tem?"
"Tem um livro que é verde e outro que é vermelho, que são do mesmo autor, eu quero o verde, ele está disponível?"
"Não entendo porque a professora de princípios de administração mercadológica só fala de marketing, aqui tem livro de marketing?"
domingo, 18 de outubro de 2015
Pare! Olhe-escute!
domingo, 22 de setembro de 2013
Serviço de referência personalizado
Tomei hoje o mimo que o Google preparou para o dia do meu aniversário para reforçar a questão da especificidade do serviço de referência em unidades de informação.
Podemos pensar, é óbvio, é muito fácil, temos um perfil com dados, descrições, fotos, etc., tudo está nas mãos dele. Analisarmos friamente a situação, veremos que ele podia ter tudo isso e não fazer diferença, não materializar em um novo produto personalizado. Mas, ele fez e, por conta disso, hoje será diferente, todas as minhas buscas serão adocicadas e iluminadas com esse mimo de bolinhos, docinhos e velinhas do amigo Google.
(1) GROGAN, Denis. A prática do serviço de referência. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2001.
sábado, 17 de agosto de 2013
Biblioteca: praça da troca
Afora o caráter educacional e cultural que se reveste esse ambiente (óbvio), se considerarmos a atividade de troca, onde todos ganham alguma coisa de alguma forma, conclui-se que na biblioteca o marketing acontece todos os dias. Senão, vejamos o que diz Las Casas (2009, p. 15):
"Marketing é a área do conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações de trocas orientadas para a criação de valor dos consumidores, visando alcançar determinados objetivos de empresas ou indivíduos através de relacionamentos estáveis e considerando sempre o ambiente de atuação e o impacto que essas relações causam no bem-estar da sociedade."
"Todos nós somos tanto profissionais de marketing quanto consumidores. O marketing não é apenas algo que seus profissionais fazem com os consumidores. Os consumidores também estão fazendo marketing para outros consumidores."
Mas, falar de Marketing é falar dos 4 P's (hoje já se trabalha até 8 P's) e levando esse conceito para a dinâmica da biblioteca, podemos buscar e compor o mix tradicional do marketing dentro da instituição biblioteca. Fazendo a leitura desse composto, temos:
A leitura como produto, sendo o livro em todas as suas formas, suportes e dimensões o meio de se chegar a ela;
O ambiente da biblioteca como praça, considerando-a também como uma extensão da sala de aula.
Os bibliotecários, os professores e educadores em geral como promoção, pois eles são facilitadores, intermediadores, promotores e agentes da leitura.
Mas, onde estaria o preço?
O preço é algo bem subjetivo, nesse contexto, ele é o esforço para se criar valor, para o produto ser vendido com mais facilidade junto aos clientes (leitores reais e leitores potenciais).
Mas, como conseguir essa meta de manter leitores existentes e de trazer novos leitores?
- Atente para os objetivos da organização em que a biblioteca está inserida;
- Busque parcerias com outros profissionais, monte uma equipe multidisciplinar;
- Trabalhe em equipe;
- Faça diferente e inove sempre;
- Saia das quatro paredes;
- Delegue e/ou dê feedback;
- Trabalhe junto ao corpo docente, para melhor atender ao corpo discente;
- Interaja com a comunidade acadêmica;
- Alie-se à T.I.;
- Dê identidade aos seus projetos;
- Divulgue o seu trabalho;
- Mensure as atividades da biblioteca;
- Responda pela sua profissão e se posicione, quando necessário;
- Compartilhe suas ações com os colegas de profissão e áreas afins.
KOTLER, Philip; KARTAJAYA, Hermawan; SETIAWAN, Iwan. Marketing 3.0: as forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 215p.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Administração de vendas. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 492 p.
sábado, 10 de dezembro de 2011
O Serviço de Referência da Biblioteconomia e o CRM do Marketing
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Calímaco e a obra de referência
O trabalho de Calímaco foi concluído por Aulo Gélio (120-175) e Amiano Marcelio (330-395), que organizaram mais 700.000 rolos. Segundo a história, todas as obras de Alexandria, mais de um milhão de rolos de papiro, foram catalogados em 120 volumes, os Pinakes, com a descrição em ordem alfabética de autores e uma breve biografia de cada um.
Considerando o contexto da época, Calímaco iniciou, assim, a ordem do caos. Antes dele, somente por sorte alguém seria capaz de encontrar um texto específico.
A leitura atual que fazemos de tudo isso é que a obra de referência, na concepção de ajuda ao leitor, remonta à Antiguidade e, sem dúvida, Calímaco, como bibliotecário, deu sua contribuição.












