O seu papel de rascunho eram pedaços descartados de cerâmica quebrada que eles riscavam com um objeto pontiagudo; também escreviam sobre ele usando pena e tinta. A palavra grega para esses blocos era ostraka, o ostracismo – prática inventada pelos atenienses pela qual os cidadãos votavam entre si na pessoa de quem queriam se livrar e, em seguida, a enviavam para o exílio –, que era assim chamado porque os eleitores riscavam o nome de seu candidato na ostraka.
Espaço para registrar ações, fatos, escolhas e decisões do cotidiano, que, para serem compreendidas, dependem da leitura que se faz e do contexto em que se vive, na Biblioteconomia, na Arquivologia, na natureza, na família e no dia a dia.
sábado, 29 de agosto de 2026
A Curiosa história por trás da palavra ostracismo
domingo, 17 de agosto de 2025
Preciosidade da Biblioteca Nacional
- antiguidade: Materiais produzidos em períodos históricos específicos, como os incunábulos, que são os livros impressos até 1500, durante os primeiros anos da imprensa.
- baixa tiragem: Obras que foram impressas em poucas cópias. Isso pode ocorrer por causa de censura, limitações técnicas ou por serem publicações de nicho.
- edições especiais: Livros que foram produzidos com encadernações de luxo, papéis especiais, ilustrações originais e autógrafos.
- importância histórica ou cultural: Itens que pertenceram a personalidades históricas ou que testemunharam eventos significativos.
- curiosidades e excentricidades: Livros com erros de impressão, edições clandestinas, ou que se destacam por alguma característica inusitada.
- condições ambientais controladas: as obras raras devem ser armazenadas em locais com temperatura e umidade estáveis, protegidas da luz, poeira e pragas.
- manuseio cuidadoso: a consulta a esses materiais é, muitas vezes, feita em salas especiais, sob a supervisão de um bibliotecário, e exige o uso de luvas e equipamentos de apoio para evitar danos físicos.
- digitalização: a digitalização de obras raras é uma das principais formas de democratizar o acesso a esses documentos, sem que a peça original seja exposta a riscos.
A Biblioteca Nacional do Brasil guarda em sua coleção preciosidades que testemunham a riqueza cultural e histórica do país. Trata-se de um exemplar de luxo, cuja capa é inteiramente bordada a ouro, um verdadeiro símbolo de requinte e sofisticação editorial do século XIX.
A obra não se limita a ser apenas um registro escrito, mas constitui-se também em um objeto artístico, no qual a encadernação luxuosa dialoga com a tradição das grandes bibliotecas europeias.
Para conhecer mais sobre essa obra, veja a matéria produzida pelos funcionários da BN, compartilhada no LinkedIn por Carlos Alberto Tavares Ferreira.
sábado, 2 de agosto de 2025
Agosto: história e curiosidades
domingo, 9 de junho de 2024
Um livro prá lá de diferente!
Olha só isso! Um livro prá lá de diferente! São milhões de possibilidades para composição e leitura de poemas. Quase o livro infinito da ficção de Jorge Luis Borges em o Livro de Areia.
Postagem incentivada por Michele Marques Baptista, no LinkedIn.
domingo, 3 de fevereiro de 2019
Biblioteca nasce de uma árvore que já morreu
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Diferença? Questão de contexto!
sábado, 1 de março de 2014
Estímulo à leitura na presença do melhor amigo
Um projeto simples e magnífico, que, mesmo sem o mundo encantador de uma biblioteca, pode ser executado em casa, bastando que se crie o mesmo contexto, em meio às almofadas e tapetes, com oferta de muitos livros e, claro, junto ao melhor amigo do homem, digo, da criança.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
No meu jardim X
Mais um iguana visita o meu jardim. Com uma camuflagem mista de marrom e verde, tenta se esconder subindo no tronco, querendo se misturar à folhagem, mas, na verdade, acho que a intenção era mesmo de se mostrar e se deixar fotografar.
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quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Ele está de volta! II
Mais adiante, correu pela grama do jardim, ficou ao pé do muro, junto aos mini lacres.
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No meu jardim tem dessas coisas!
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Um (dois) retrato(s) e dois contextos arquivísticos
"Após séculos, farsa sobre retrato de mulher de Lincoln é revelada
Segundo especialistas e restauradores, retrato de Mary Todd Lincoln e a comovente história por trás da pintura são falsos
Durante 32 anos, um retrato de Mary Todd Lincoln, ex-primeira-dama dos EUA de 1861 a 1865, esteve pendurado na mansão do governador em Springfield, Illinois, assinada por Francis Bicknell Carpenter, um pintor famoso que viveu na Casa Branca durante seis meses em 1864.
O período em que arrastou com ela uma história acerca de sua concepção é tempo por demais para ser desprezado e não considerados os olhares, as atenções, a notoriedade, os cuidados e tudo mais que girou e se debruçou diante dessa suposta primeira dama.
Até então, considerado como verdadeiro, segundo a Arquivística, o quadro durante esse período manteve sua organicidade, respeitando o princípio da proveniência, ou seja suas ligações, relações e hierarquia com o agente produtor, a primeira Dama Mary Lincoln e, indiretamente, o Presidente Lincoln.
Com o advento da descoberta da fraude e redescoberta da imagem verdadeira, feriu-se o princípio da integridade, pois a obra foi "adulterada", isso se fizermos a leitura da imagem anterior que era pública. Ao mesmo tempo renasce um novo contexto arquivístico, uma nova história, agora, não mais de uma mulher importante, mas, de uma desconhecida. Portanto, neste caso, é retomada a ordem original da peça com suas características.
O quadro perdeu seu valor de mercado, no entanto, continua com uma história intrigante, que ganhará novos fatos, será objeto de novas especulações e terá uma nova leitura, dando novo rumo ao contexto arquivístico.
domingo, 15 de janeiro de 2012
Mídias sociais e o incentivo à leitura
A campanha lúdica publicitária brinca com os logos do Facebook, Twitter e YouTube, trazendo pequenas mensagens que se encaixam bem no contexto das imagens e vão direto ao assunto. Podemos dizer de certa forma que, dentro do marketing, foram usadas duas técnicas: o benchmarking e o merchandising.
A leitura que se faz é de uma espécie de mensagem subliminar, cujo contexto tem efeito positivo, pois associa a força visual das marcas, já sedimentadas e benquistas na sociedade e no ciberespaço, a um pequeno texto de cunho social, educativo e motivacional, tudo pensado de forma intencional para propor o bem às pessoas, por intermédio da leitura.
De trás para frente:
Você poderia estar lendo, coloque sua face em um livro e tenha milhões de caracteres (palavras, textos) a sua disposição.
Fonte: http://www.bluebus.com.br/show/1/107987/biblioteca_p_blica_cria_an_ncios_inspirados_nas_m_dias_sociais_quer_que_vc_leia_mais
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Ele está de volta!
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Calímaco e a obra de referência
O trabalho de Calímaco foi concluído por Aulo Gélio (120-175) e Amiano Marcelio (330-395), que organizaram mais 700.000 rolos. Segundo a história, todas as obras de Alexandria, mais de um milhão de rolos de papiro, foram catalogados em 120 volumes, os Pinakes, com a descrição em ordem alfabética de autores e uma breve biografia de cada um.
Considerando o contexto da época, Calímaco iniciou, assim, a ordem do caos. Antes dele, somente por sorte alguém seria capaz de encontrar um texto específico.
A leitura atual que fazemos de tudo isso é que a obra de referência, na concepção de ajuda ao leitor, remonta à Antiguidade e, sem dúvida, Calímaco, como bibliotecário, deu sua contribuição.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Imagens que dispensam texto
sábado, 11 de junho de 2011
Das tabuletas cuneiformes aos tablets PC's: semelhanças nas diferenças
domingo, 10 de abril de 2011
Organização e acessibilidade II
Em minhas visitas rotineiras às organizações, para fins de diagnóstico situacional, consultoria e/ou continuidade de trabalhos já implantados, tudo dentro do segmento de arquivo, estou sempre a me deparar com curiosidades, tanto na maneira de fazer arquivo (pessoas), como na forma de guardar os documentos (mobiliário). Em recente visita tive a surpresa de ficar à frente de um mobiliário bem peculiar e interessante (talvez comum, dependendo da leitura e do contexto de quem observa), provavelmente dos anos 70, haja vista a existência da empresa, no entanto, o design e a ideia de funcionalidade remontam a uma idade mais antiga. Trata-se de um arquivo horizontal, pois a superfície de maior área do documento repousa horizontalmente, mas de design vertical. A peça em madeira é muito prática, pela sua dimensão e pela acessibilidade às gavetas, cuja identificação de conteúdo pode ser feita externamente, facilitando à busca do documento. Pela altura mínima das gavetas, conclui-se que é aplicado para documentos em idade "correntíssima", que ainda necessitam de despachos, apreciação, ou mesmo que estão em trânsito. O mobiliário ainda dispõe de uma gaveta inferior de maior altura, em qualquer cantinho de sala se acomoda e dá uma elegância ao ambiente, diferente da frieza do aço. Vi, registrei e bloguei!sábado, 11 de setembro de 2010
Um livro? Uma caixa-livro!
terça-feira, 16 de março de 2010
Gigantes enfileirados
Você conhece essa fachada? É montagem ou é real?
Tive acesso a essa imagem pela primeira vez por intermédio da amiga Bibliotecária Sandra Cabral, ex-presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia-CRB 3, atual conselheira do Conselho Federal e, recentemente, em palestra realizada durante o encontro realizado na Unifor, na passagem do Dia do Bibliotecário, razão pela qual fui incentivada a fazer essa postagem.












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