- linearidade (quantos metros lineares de documentos existem?);
- unidades (qual a quantidade de caixas-arquivo, pastas ou itens individuais?);
- digital (quantos terabytes (TB) ou gigabytes (GB) de dados serão gerados ou migrados?).
Espaço para registrar ações, fatos, escolhas e decisões do cotidiano, que, para serem compreendidas, dependem da leitura que se faz e do contexto em que se vive, na Biblioteconomia, na Arquivologia, na natureza, na família e no dia a dia.
sexta-feira, 3 de abril de 2026
5W2H aplicado à gestão documental
domingo, 8 de março de 2026
Classificar: "muita calma nessa hora!"
- Qual a origem? Quem produziu este documento?
- Qual a função? Por que este documento foi criado?
- Qual o assunto? Sobre o que ele trata especificamente?
- Subjetividade excessiva: Evitar classificar documentos com base em critérios pessoais ("importante", "urgente"), focando sempre em critérios institucionais.
- Acúmulo de documentos sem classificação: O uso indiscriminado da categoria "Diversos", que tem outras denominações: "Geral", "Outros", "Vários", é o cemitério da informação. O discernimento exige o esforço de encontrar o código específico.
domingo, 1 de fevereiro de 2026
A Função estratégica dos arquivos
Uma postagem muito consciente e verdadeira do arquivista Marcio Oliveira no LinkedIn, intitulada "Arquivologia: a profissão que não se sonha, se descobre", traz, no último parágrafo, o resumo de tudo. Gostei tanto, que transcrevo abaixo, me motivando a fazer esta postagem.
"Quando o arquivo é tratado apenas como espaço físico, e não como função estratégica, o prejuízo não é apenas documental, é institucional."(Márcio Oliveira)
Portanto, engana-se quem pensa que um arquivo é apenas um "depósito", ele é o alicerce de uma instituição. Com ele bem gerido contamos com:
- base arquivística: Os dados preservados que sustentam toda a estrutura.
- inteligência estratégica: A transformação de documentos e dados em conhecimento para a tomada de decisão.
- visão de futuro: O uso do passado e do presente para projetar o crescimento e a inovação.
domingo, 18 de janeiro de 2026
Arquivos em filmes
- Todos os Homens do Presidente (1976): Um clássico sobre o escândalo de Watergate. A cena em que os jornalistas pesquisam nos registros da Biblioteca do Congresso é uma das representações mais famosas de pesquisa documental no cinema.
- O Silêncio dos Inocentes (1991): Suspense psicológico, em que a agente Clarice Starling busca nos arquivos da biblioteca pública da cidade natal da vítima, Ohio, os registros da vida de Fredrica, descobrindo detalhes que a polícia local ignorou. Com essa pesquisa minuciosa nos arquivos Clarice encontra pistas cruciais sobre a identidade de Buffalo Bill e seus métodos, o que a leva a aprofundar a investigação por conta própria.
- A Lenda do Tesouro Perdido (2004): Embora seja um filme de aventura, a personagem de Diane Kruger é uma arquivista do Arquivo Nacional dos EUA, e a trama gira em torno da proteção (e do roubo) da Declaração de Independência.
- Spotlight: Segredos Revelados (2015): Mostra o trabalho minucioso de jornalistas em arquivos físicos e registros públicos para expor casos de abuso na Igreja Católica.
- Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones (2002): Apresenta os Arquivos Jedi. Há uma cena famosa em que Obi-Wan Kenobi é informado por uma arquivista que "se um item não aparece em nossos registros, ele não existe", evidenciando a arrogância institucional sobre a informação.
- Blade Runner 2049 (2017): O protagonista visita um arquivo imenso e digitalizado para buscar registros de DNA e históricos de nascimento, mostrando o papel da memória preservada em um futuro distópico.
- Rogue One: Uma História Star Wars (2016): O clímax do filme é, essencialmente, um "assalto a um arquivo" militar para recuperar os esquemas técnicos da Estrela da Morte.
- O Oficial e o Espião (2019): Focado no Caso Dreyfus, o filme mostra como a manipulação e a descoberta de documentos em arquivos militares podem condenar ou salvar um homem.
- A Vida dos Outros (2006): Trata dos arquivos da Stasi (a polícia secreta da Alemanha Oriental). O filme explora como a vigilância extrema gerava arquivos detalhados sobre a vida privada dos cidadãos.
- Arquivo (2020): Um filme de ficção científica que aborda a preservação da consciência humana em um formato de arquivo digital após a morte.
- Ex Libris: The New York Public Library (2017): Um documentário épico de Frederick Wiseman que mostra os bastidores de uma das maiores instituições de custódia de conhecimento do mundo.
- Finding Vivian Maier (2013): A história de uma babá que deixou um arquivo secreto de mais de 100 mil fotografias, descoberto por acaso em um leilão de depósitos.
domingo, 28 de dezembro de 2025
Fim de ano em arquivos
quinta-feira, 20 de novembro de 2025
Já sentiu a falta de um documento?
Já sentiu a falta de um documento? Na hora H precisou dele e não localizou? Com certeza teve algum prejuízo com essa falta.
No Blog da Mrh Arquivos, falamos a respeito, acesse e confira!
sábado, 8 de novembro de 2025
O Ciclo de vida dos documentos
Os documentos têm vida, eles podem ter vida até a terceira idade, no entanto, alguns já morrem na primeira, outros chegam até a segunda (maioria), mas não alcançam a terceira, e há aqueles que chegam à terceira e lá permanecem. Entenda o porquê de tudo isso, acessando o e-book "O Ciclo de vida dos documentos", que elaborei para o site da Mrh Arquivos.
sábado, 13 de setembro de 2025
A Riqueza das ruas
"As ruas são como arquivos, verdadeiras bibliotecas da história que pesquiso, escrevi e pela qual sou apaixonado. [...]"
Essa frase me chamou a atenção e foi a razão para eu adquirir o livro. É que trabalho com arquivo e biblioteca e essa visão do autor, fazendo essa analogia, caiu como uma luva para valorizar essas duas instituições.
Passei a conhecer o autor a partir de então, e sendo ele historiador, com certeza é pesquisador assíduo em arquivos e bibliotecas, aí vai minha admiração.
Em O Corpo encantado das ruas, de Luiz Antonio Simas, Editora Civilização Brasileira, vemos diversos sujeitos vivendo, atuando, preenchendo, colorindo e até modificando esses espaços.
É o retrato das ruas do Rio de Janeiro na sua efervescência, cheias de vida, porque os atores ali estão e o convite para usarmos mais as ruas, não só como passagem, mas para ocuparmos esses espaços cheios de costumes e cultura, protegidos pelos entidades que já existiram, os ancestrais.
E, como o próprio autor coloca na frase que destaco acima, as ruas podem ser, na verdade são, verdadeiros arquivos, bibliotecas vivas, pois cada personagem é elemento que as compõem são itens informacionais. Daí eu acrescento à fala do autor que também são como museus, museus a céu aberto. Isto porque nas ruas estão também peças imóveis, pessoas que habitam sempre os mesmos pontoos e ficam vendo o movimento, vendo o tempo passar, mas sempre muito bem contextualizadas no cenário.
Comprei, chegou e já comecei a ler.
domingo, 13 de julho de 2025
Arquivo em ação: o trabalho não para
sábado, 5 de julho de 2025
Uso indevido da expressão “Arquivo Morto”
No cotidiano das empresas, instituições e entre gestores leigos é muito comum ouvir a expressão “arquivo morto”, para se referir a documentos que não estão em uso frequente.
Há nessas organizações até espaços destinados ao arquivo com placas na porta que indicam essa expressão. Também há indústrias que ainda fabricam caixas com a expressão estampada, que são comercializadas no mercado e inseridas nos diversos arquivos, reforçando ainda mais essa ideia errônea.
E com certeza as pessoas que lidam com a documentação dessas empresas não são profissionais da área, com formação e capacidade específicas para dar a devida atenção e gestão junto aos arquivos.
Apesar de ser ainda muito difundido, esse termo é tecnicamente incorreto e pode induzir a interpretações equivocadas sobre a função e o valor dos arquivos.
A denominação “arquivo morto” sugere que os documentos armazenados perderam sua importância, como se estivessem inutilizados ou obsoletos, assim como se todas as informações neles contidas de nada mais valessem. No entanto, do ponto de vista arquivístico, os documentos que não são mais utilizados rotineiramente, mas que ainda possuem valor legal, administrativo, fiscal, histórico ou informativo, fazem parte da fase intermediária ou permanente do ciclo de vida documental. Eles devem ser mantidos de forma organizada, acessível e segura, pois podem ser requeridos a qualquer momento por motivo legal, informativo ou para a reconstrução da memória institucional.
O uso do termo “arquivo morto” revela, além de uma imprecisão técnica, uma visão reducionista e errônea sobre a gestão documental. Essa visão pode levar ao descuido com a guarda e gestão adequadas dos documentos, comprometendo sua recuperação futura e até mesmo sua integridade.
O correto é referir-se a esses documentos como arquivo intermediário (quando aguardam prazos legais de guarda ou avaliação) ou arquivo permanente (quando são preservados por seu valor histórico ou probatório). Substituir o termo equivocado é um passo importante para valorizar a gestão documental e garantir que as práticas arquivísticas sejam compreendidas e respeitadas.
Portanto, é essencial promover a conscientização sobre a terminologia correta, contribuindo para uma cultura institucional mais responsável e alinhada às boas práticas da Arquivologia. Afinal, documento nenhum está “morto” enquanto puder cumprir uma função, seja legal, administrativa, histórica ou social.
Sabemos que na falta da informação arquivística na hora desejada sempre leva os gestores das organizações a buscarem corrigir essa lacuna de não ter os arquivos organizados e gerenciados como define a Arquivologia, sejam eles físicos ou digitais. Cabe aos profissionais da área difundir o conceito correto e a esses gestores se anteverem a essa situação caótica contratando arquivistas para solução do problema.
sexta-feira, 30 de maio de 2025
Ganhos da gestão documental
sábado, 10 de maio de 2025
Mais uma capacitação
Atenta, a equipe Mrh Arquivos participou no dia 07/05/2025 de mais um treinamento sobre tipos de documentos, que ministrei. Desta vez, conheceram um pouco mais sobre o conjunto documental "Processo licitatório", muito presente nos arquivos das empresas, tanto da esfera pública, que são responsáveis pela organização e publicação do certame, como da esfera privada, que se submetem ao edital para oferecer seus serviços ou produtos.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025
Certificação ISO é tudo de bom
A Mrh Arquivos tem uma história bem amistosa e próxima com a ISO 9001. Desde 2011, quando foi certificada, mantém o compromisso com a qualidade, sendo recertificada ano após ano. Mereceu uma postagem sobre isso no blog da Mrh Arquivos. Acesse!
Realmente, a aplicação da ISO 9001 é tudo de bom, com os requisitos cumpridos, os resultados são sempre positivos. A empresa cresce a cada dia na qualidade.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2025
Continuo firme e forte
Novo boton 20+ recebi hoje da Mrh Arquivos. É o primeiro dia útil do ano, vou lembrar sempre. Continuo firme e forte, inclusive cursando a graduação de Arquivologia, para entender mais ainda sobre os meandros dos arquivos, suas tendências e soluções.
sexta-feira, 20 de dezembro de 2024
O ano se encerrando... E os arquivos?
domingo, 10 de novembro de 2024
Documentos: importante saber disso!
Conheça as razões para guardar e gerenciar documentos. A Mrh explica.
Leia a postagem no blog da Mrh Arquivos: Por que guardamos e gerenciamos documentos?
terça-feira, 4 de junho de 2024
Arquivo, Biblioteca e Museu: um trio de alta grandeza!
Arquivo, Biblioteca e Museu: um trio de alta grandeza! Quer conhecer mais sobre essas instituições:
Leia a postagem no Blog da Mrh Arquivos, clicando AQUI!
































